O aviso foi dado: “a parada será duríssima”. E não deu outra: com dificuldades de romper a barreira defensiva do bom time goiano, o Galo conheceu (e reconheceu) a primeira derrota em seu território. E convenhamos: o Galo não tem feito boas atuações no Mineirão contra times “retranqueiros”. Mesmo nos 3x0 contra o Timbu encontramos dificuldades. A única excessão, na minha opinião foi o embate contra o SPFC. Mas nada está perdido. Pelo contrário.
Apesar da derrota atleticana e da vitória de Palmeiras e do Vitória, há sim o que se comemorar. A conseqüente derrota (imoral) do Corinthians fará com que este seja temporariamente tirado de combate. Anotem e me cobrem isso depois. A derrota do Barueri também caiu como uma luva para as pretensões do Galo. Serve pra baixar um pouco a bola desse bom time. Por outro lado, o Goiás, após vencer o vice-líder e líder do campeonato na mesma semana, merece todo o nosso respeito e vai sim brigar por muito tempo pra entrar e permanecer no G-4.
Enfim, se é que serve de alento, aí vai um último argumento pra quem ainda não se convenceu de que não descemos ao inferno: o Roth insistiu no Evandro em detrimento do Tchô mais uma vez e, de quebra, não deu outra oportunidade ao Marcos Rocha no segundo tempo. Parece que nosso técnico insiste em não querer ver, em algumas situações, o que a massa já vê desde os tempos de Leão: o óbvio.
Mas dentre mortos e feridos, somos líderes à 14ª rodada. Nada mal. A esperança é que toda desconfiança, mau humor e cornetagem sejam rebatidas por uma vitória no Maraca, na quinta. Eu não duvido, e você?
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